quarta-feira, 4 de junho de 2008

Se falamos catorze horas
por dia connosco,
por que raio sei eu cada vez menos
e cada vez menos concluo?

-Ah, metralhar constante, chinfrim eterno,
tic-tac incessante-

Deixem-me ser! Sozinho,
de preferência...

(Nasci com ódio a tudo.
E agora, que sei eu amar?
A vida?)

2 comentários:

Tania disse...

E se nem a vida soubermos amar? Como podemos amar alguém se nem sabemos amar-nos a nós próprios?

Bjinho*

(gosto mt da forma cm poes td em causa.. Só quem questiona está em condições de obter respostas!!)

Alexandre Fonseca disse...

andas desaparecida...
bjinho