A mosca voou
uma, duas, três,
um infinitamente irritante
número de vezes,
contra o candeeiro
atráida pela sua luz.
Que mosca estúpida.
(Não seremos todos
moscas, a voar perdidos,
eternamente aos encontrões,
irritados, atraídos por um
ideal brilhante
que não sabemos que
fundo guarda?)
Que humanos estúpidos,
pensará ela...
domingo, 11 de janeiro de 2009
A uma mosca estúpida.
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