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sábado, 9 de fevereiro de 2008

Miúdo.

Miúdo, olha para mim.
Vem ser tudo, num segundo.
Segue o sonho, sem fim.
Querendo, anseia o Mundo.

Não hesites no acreditar.
Faz-te forte, brilhante.
Não acredites no hesitar.
E brilha, mais que diamante.

Sente forte, o desejo.
Pior que não viver, é só existir,
Nunca digas, "nada almejo".
Tudo está no descobrir.

Sempre, senhor coragem.
Mas, lembra-te, sem educação,
Tudo é, só e apenas, miragem.
E miúdo, essa de nada é solução.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Pequeno manual de História.

Ai, Portugal, Portugal.
Inércia, o teu mal...

De epopeia em epopeia
suor lágrimas sal.
Desperdiçaste, sim
Quinto império, Marquês de Pombal.
Tanto ouro, do Brasil.
Fundos, da União Europeia.
Quem põe fim?

Ó Português,
Dono da tristeza vil.
Só tu pões fim à pequenez.
Grito de incitação,
de geração em geração.
Passa, mas não fica.
Passa, ninguém aplica.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

A Pessoa.

Lá vai Pessoa...
Olhar taciturno,
Navega vagabundo,
De andar soturno.
Pelas ruas de Lisboa.
Sozinho? Com o Mundo.

Desta vez, quem o governa?
Escreve ao turno,
Procura resolver, na taberna,
seu pequeno País
e seu ser infeliz.
A tristeza de pensar,
Sebastião acabar...

Falta cumprir-se Portugal,
miserável, comezinho.
( Pessoa o disse. )
As críticas tocaram,
só de levezinho.
Quantos contestaram
sua sinceridade intelectual?